Casa DFAB

Uma Casa Suíça Construída por Robôs Promete Revolucionar a Indústria da Construção

Por Anne Quito na Suíça – 12 de setembro de 2019 (leia o original em inglês aqui)

A Casa DFAB respeita os restritos códigos de segurança da Suíça.

Levantar um novo edifício está no ranking das mais ineficientes e poluidoras atividades humanas. O setor da construção é responsável por 40% da energia consumida no mundo, além das emissões de CO2, segundo pesquisa global das Nações Unidas (pdf em inglês)

Um consórcio de pesquisadores suíços têm uma resposta ao problema: Trabalhar com robôs. A prova do conceito chegou na forma da Casa DFAB, celebrada como o primeiro edifício habitável projetado e planejado através do uso de métodos digitais de fabricação.

O edifício de três níveis próximo a Zurique, possui forros impressos em 3D, paredes energeticamente eficientes, vigas de madeira construída in loco pelos robôs e um sistema de casa-inteligente. Desenvolvido por um time de experts do Universidade de Zurique ETH e outros 30 parceiros ao longo do processo de 4 anos, a Casa DFAB, com área de 220m2, o edifício precisou de 60% menos cimento e passou pelos restritivos códigos suíços de segurança das edificações.

Estandes para fabricação digital da “DFAB”.

“Essa é uma nova forma de ver a arquitetura”, disse Matthias Kohler, ummembro do time de pesquisadores da Casa DFAB. O trabalho dos arquitetos tem sido secularmente apresentado em termos de desenhos inspiradores de formas de edifícios, enquanto as especificidades técnicas ficaram relegadas ao segundo plano. Kohler acha que essa é uma mudança que será rápida. “De repente, o como nós usamos os nosso recursos para construir habitações estará no centro da arquitetura”, defende ele. “Como construir, importa”.

A Casa DFAB não é o primeiro projeto de edifício a utilizar técnicas digitais de fabricação Em 2014 uma companhia chinesa WinSun demonstrou o potencial arquitetônico (em inglês) da impressão 3D construíndo 10 casas térreas em um dia. Um ano depois, a companhia baseada em Xangai também imprimiu um edifício de apartamentos e um casarão neo-clássico, porém esses projetos permanecem em fase de desenvolvimento.

Kohler esplica que bater recordes de velocidade na construção não é necessariamente o objetivo deles. “Claro que estamos interessados em obter ganhos de velocidade e economia, mas tentamos nos manter na idéia de qualidade, antes”, disse ele. “Você pode fazer coisas muito, muito rápido mas isso não significa que seja sustentável”.

Robots at work.

Qualquer menção de automação concerne necessariamente sobre a substituição de homens pelos robôs, tomando seus empregos. Mas Kohler acredita que abraçando a tecnologia irá aumentar a criatividade humana, inclusive promovendo o renascimento do artesanato. “Como um artesão pode ter um iPhone em seu bolso, acho que no futuro as máquinas serão inseparáveis dos humanos.”

Como isso funciona? Kohler diz que a parceria com robôs significa obter o resultado dos processos das máquinas alimentarão os projetos. Ao invés de forçar as máquinas a produzir falsas superfícies feitas à mão, acreditamos que aqui há uma nova estética resultante do trabalho com a fabricação digital. O teto ornamental da Casa DFAB, criado em um modelo 3D em tamanho grande impresso em areia, é uma dica para essas novas possibilidades decorativas.

A 3D-printed ceiling in the DFAB house.

Benjamin Dillenburger, o especialista em impressão 3D do time da Casa DFAB, acrescenta que aprender a trabalhar com robôs pode até proteger a saúde dos trabalhadores da construção. “Não se deve romantizar os trabalhos nos canteiros de obras,” adverte. “Realmente faz sentido ter esse tipo de recursos colaborativos onde robôs e humanos trabalham juntos.”

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Além da estrutura experimental na Suíça, Kohler e Dillenburger explicam que o interesse deles é fomentar um diálogo com os setores globais de arquitetura e construção. Eles publicaram o conjunto de dados de código aberto e organizaram um road-show entitulado “Como Construir uma Casa: Pesquisa arquitetônica na Era Digital,” aberto na Cooper Union em Nova Iorque esta semana

A Casa DFAB.

Nader Tehrani, o reitor da escola de arquitetura, espera atrair uma boa audiência para a exposição aberta a todos, que ocorre até 13 de outubro. “Nós imaginamos que haveria interesse não apenas de arquitetos, mas também de engenheiros, artistas e construtores,” disse ele. “Ao mesmo tempo sóbria, racional e reflexiva, a pesquisa desse projeto é também projetiva, sem precedentes e especulativa.”

Dillemburger acredita que a Casa DFAB será interessante até para aqueles que não permeiam o universo da arquitetura e contrução. “A arquitetura é sempre um projeto público,” diz ele. “É para qualquer um que tenha a curiosidade de saber como estamos construindo para o futuro.”

BIM News: Vectorworks é o primeiro a receber a certificação de exportação IFC4

Este artigo é uma tradução do original que pode ser lido aqui (em inglês).

A Vectorworks, Inc., fornecedora de soluções de software global e de software BIM, anunciou que é o primeiro desenvolvedor de software para projetos arquitetônicos a obter a Certificação IFC Reference View 1.2 de Especialista (Architectural Reference Exchange).

Certificação de Especialista IFC4

A certificação vem da buildingSMART International (bSI), a autoridade mundial que conduz a transformação da economia de ativos, construída por meio da criação e adoção de padrões internacionais abertos.

IFC significa Industry Foundation Classes e é uma parte essencial da interoperabilidade de dados abertos da indústria no mercado de BIM. A nova certificação IFC4 significa que o Vectorworks cumpre oficialmente os critérios de exportação da Organização Internacional para Padrões ISO-16739. Esta norma oferece aos usuários um padrão definido e aceito publicamente para servir como base para contratos.

01 – Vectorworks alcança a primeira Certificação de Exportação IFC4 para solução de software de arquitetura BIM.

“O formato de arquivo IFC foca o intercâmbio padronizado de dados ao compartilhar informações entre diferentes sistemas de software usados na indústria da construção”, disse Rubina Siddiqui, diretora de marketing de produtos da Vectorworks. “No passado, o IFC estava mais focado no lado técnico dos dados, dificultando a navegação por arquitetos e designers. O alinhamento com os padrões familiares e aceitos da ISO torna a IFC mais reconhecível para os arquitetos”.

O IFC4 e o Vectorworks

A Vectorworks apoiou a importação e exportação da IFC4 desde o Vectorworks 2018. Esta última certificação envia um sinal claro para a indústria AEC de que a exportação IFC4 da Vectorworks foi testada quanto à qualidade contra benchmarks da indústria da bSI e garante que os usuários compartilhem modelos IFC de qualidade com outros produtos de software BIM.

“Apoiar as necessidades dos fluxos de trabalho BIM para nossos clientes sempre foi uma prioridade”, disse Darick DeHart, vice-presidente de gerenciamento de produtos da Vectorworks. “Receber a certificação para nossa exportação da IFC4 é um reconhecimento do nosso compromisso com os fluxos de trabalho openBIM com o Vectorworks.”

A empresa está agora avançando para implementar a certificação IFC4 Import, uma vez que é oferecida pelo bSI.

Para saber mais sobre o Vectorworks clique aqui.

Escrito por News Editor.

Traduzido por Adriano Santoro

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Como a arquitetura paisagística e o design urbano podem reduzir o crime

Como a arquitetura paisagística e o design urbano podem reduzir o crime

Este Post é uma tradução do original em inglês publicado em 25 de março de 2019

Jolma Architects 

O crime é um problema perene que enfrenta muitas áreas do centro da cidade. O comportamento anti-social e o crime são os principais fatores que afetam a decadência urbana, os preços dos imóveis e a qualidade de vida. Neste artigo, investigamos como a arquitetura paisagística e o design urbano podem mitigar, reduzir e controlar o crime no ambiente urbano.

Crime vs comportamento antissocial

O crime pode ser definido com relativa facilidade como atos contrários à lei que rege essa área. Por exemplo, o mesmo ato de fumar recreativo de maconha é legal no estado americano de Massachusetts, mas atualmente é ilegal no estado de Nova Jersey. O comportamento anti-social, por outro lado, é menos facilmente definido. O Home Office no Reino Unido reconhece que a definição de comportamento anti-social é influenciada pelo contexto, localização, tolerância da comunidade e expectativas de qualidade de vida. O governo do Reino Unido adotou a seguinte definição: “Agindo de uma maneira que causou ou poderia causar assédio, alarme ou angústia a uma ou mais pessoas, não da mesma casa que (o réu).” (Lei de Crimes e Desordens de 1998). ). Portanto, o comportamento antissocial pode variar de atos um tanto inócuos de “vadiar” ou “andar por aí”, passando por arruaça e vandalismo, até intimidação, assédio sexual e crimes violentos.

O Problema

Enquanto o espaço aberto público é reconhecido como tendo impactos positivos nos residentes locais, a pesquisa do CABE Space indica que grupos comunitários estimam que 31% dos parques sofrem de níveis inaceitavelmente altos de vandalismo e problemas relacionados ao comportamento.

Prêmio de Excelência em Design Geral ASLA 2016. Underpass Park, Toronto, ON, Canadá / PFS Studio com The Planning Partnership - imagens de baixo-esquerdo PFS Studio right image Tom Arban

Inclusivo e seguro

O comportamento anti-social pode afetar particularmente mulheres e crianças. Por exemplo, o Guardian relata que 43% das mulheres entre 18 e 34 anos sofreram assédio sexual em espaços públicos. Sabemos que quando projetamos espaços para receber mulheres e meninas, esses espaços serão ocupados por mais pessoas em geral. A ONU publicou diretrizes para criar espaços seguros para mulheres e meninas. Pontos principais incluem:

  • Fácil acesso de e para o local
  • Fácil movimentação dentro do local
  • Boa iluminação
  • Sinais de fácil leitura
  • Visibilidade geral de todo o espaço, livre de esconderijos
  • Inclui misturado
  • Preparado para diferentes épocas
  • Equipado para crianças pequenas e idosos (porque as mulheres são muitas vezes cuidadoras)
  • Acesso a instalações sanitárias limpas, seguras e de fácil acesso

O processo de criação de espaços seguros para pessoas que se identificam como femininas resulta em espaços seguros para todos. As diretrizes da ONU são muito semelhantes às propostas no Safer Design Guidelines for Victoria, na Austrália. Essas diretrizes enfatizam a importância da boa visibilidade e conexão visual.

Soluções ruins para prevenir o crime na cidade

A visibilidade é um fator chave para projetar o crime. Um estudo do College of Policing observa que, embora tenha sido provado que os circuitos fechados de televisão (CFTV) reduzem o crime premeditado, não há efeito perceptível sobre o comportamento antissocial espontâneo e o crime oportunista. O CABE Space levanta a preocupação de que ‘adotar … CFTV e… sem considerar o design geral e o cuidado do espaço público, resultará na criação de ambientes feios e opressivos que podem promover maiores problemas sociais.‘ Então, adotando o CFTV como um meio econômico controlar comportamentos pode encorajar espaços mal projetados, sem necessariamente mediar crimes violentos e oportunistas.

Green Man Lane (before and after) by Conran and Partners. Left Jim Stephenson, clickclickjim, Right JZA Photography
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Green Man Lane da Conran & Partners; direitos autorais Rydon

Melhores soluções para prevenir o crime em espaços abertos públicos

Uma boa maneira de diminuir o crime e o comportamento antissocial é aumentar a visibilidade. Um dos melhores métodos para fazer isso é através da vigilância natural ou informal. A vigilância natural se refere ao conceito de aumentar a visibilidade entre lugares e grupos de usuários.

Por exemplo, um relatório de 2007 sobre a área do Green Man Lane, em West Ealing, em Londres, apontou para problemas exacerbados ou causados pela arquitetura da área. A autoridade local adotou uma abordagem proativa. Os arquitetos Conran e Partners usaram os princípios de “Protegido pelo design” para projetar as múltiplas rotas de fuga, passarelas aéreas e crateras de acesso aberto que desconectavam os usuários uns dos outros e os substituíam por ruas mais tradicionais que têm maior vigilância natural do trânsito, outros pedestres e casas de frente para a rua. Pesquisas mostram que casas projetadas para os princípios do Secured by Design têm um risco 50% menor de arrombamento, enquanto o crime de carros pode cair em 25%.

The High Line_Diller Scofidio + Renfro

A economia de 24 horas reduzindo o crime noturno

Os designers urbanos podem não apenas impulsionar a economia criando cidades que são usadas 24 horas por dia, mas também podem reduzir o crime noturno ao mesmo tempo. Desde 2012, o crime violento em Sydney foi reduzido através da concentração na economia noturna. Aumentar o diversificado mix de funções, como cafés, academias de ginástica 24 horas e lojas, aumenta a circulação de pedestres e a vigilância natural.

Mudança estratégica para desafiar o comportamento anti-social e o crime

Esses princípios estão sendo adotados agora em um nível estratégico. A cidade de Los Angeles investiu US $ 25.000 na publicação das diretrizes CPTED (Prevenção ao Crime Através do Design Ambiental) e treinou a equipe em como ajudar os desenvolvedores e criar profissionais ambientais que projetam melhores ambientes que desestimulam o crime. O programa tem como objetivo garantir que todos os moradores estejam seguros, seja em apartamentos de luxo ou em moradias populares.

Economia da noite de Praga CC0

As principais vantagens do uso da arquitetura paisagística e do desenho urbano para prevenir o crime

Princípios como “Secure by Design” e “Prevenção do Crime Através do Design Ambiental” incluem muitas estratégias que podem parecer de senso comum para paisagistas e urbanistas. No entanto, com pressões do orçamento, expectativas do cliente e condições existentes, esses princípios podem facilmente se perder. Algumas questões importantes a considerar incluem:

  • Certificar-se de que o espaço esteja bem conectado
  • Criar uma circulação clara e legível que seja instintiva
  • Diversificar as opções de rotas para usuários
  • Assegurar-se de que as calçadas e os caminhos sejam largos o suficiente para acomodar carrinhos de bebê e cadeiras de rodas para que os cuidadores e as famílias se sintam bem-vindos
  • Fazer espaços nodais que sejam defensáveis
  • Fornecer um bom conjunto de funções e considerar a inclusão de serviços 24 horas
  • Aumentar a visibilidade mantendo o plantio longe das principais linhas de visão e não criando espaços ocultos com plantio de baixa qualidade
  • Considerar a iluminação cuidadosamente
  • Fornecer uma sinalização clara para que os usuários sempre saibam onde estão e como sair
  • Prever orçamento para uma boa manutenção para que os espaços sejam bem cuidados e que os atos de vandalismo sejam sempre tratados rapidamente

Considerando todas as ferramentas acima para criar espaços mais seguros, podemos reduzir o crime em nosso ambiente construído. Que outras medidas você usa em seus projetos? Você tem alguma história de sucesso em particular que gostaria de compartilhar conosco?

Imagem principal: Atenas night time economy CC0

Artigo escrito por Ashley D Penn com pesquisa de Emanuela Roascio

Traduzido por Adriano Santoro

Sobre Jolma Architects

A Jolma Architects Ltd, é uma empresa de arquitetura premiada na Finlândia, especializada em design urbano e desenvolvimento de negócios. Ashley é arquiteta paisagista e escritora do Reino Unido. Ela tem escrito extensivamente sobre assuntos do ambiente natural e construído, para os ecossistemas de negócios e justiça nos negócios. Ela escreveu um livro “Living Roofs”, disponível na Amazon.

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Vectorworks, Inc. anuncia a renderização Live-Sync Com Lumion, Panoramas vinculados e avanços no My Virtual Rig

 Com o lançamento do Vectorworks 2019 Service Pack 3 (SP3), a Vectorworks, Inc., provedora global de soluções de software e BIM, continua seu compromisso com a qualidade e o desempenho.

O Vectorworks lança as melhorias do Vectorworks 2019 Service Pack 3 e apresenta três novos recursos que melhoram muito os recursos de apresentação e visualização, além do fluxo de trabalho geral entre os produtos.

Com o lançamento do Vectorworks 2019 Service Pack 3 (SP3), a Vectorworks continua seu compromisso com melhorias de qualidade e desempenho e apresenta três novos recursos que aprimoram significativamente os recursos de apresentação e visualização, além do fluxo de trabalho entre produtos.

Muitos designers criam renderizações artísticas e foto-realistas de seus projetos usando o recurso de renderização integrado do Vectorworks, o Renderworks, enquanto outros também usam o popular aplicativo de renderização em tempo real, o Lumion. Para priorizar essas necessidades variadas, os projetistas desfrutarão de uma nova conexão de renderização de sincronização ao vivo que permite aos projetistas executarem a renderização em tempo real enquanto fazem alterações de projeto no software Vectorworks. O plug-in do LiveSync é desenvolvido pela Lumion e é o primeiro plug-in parceiro a usar uma nova API do Vectorworks Graphics Sync (VGS), criada pela Vectorworks. A API VGS fornece acesso ao vivo para a cena 3D do Vectorworks e permite que terceiros conectem o Vectorworks a qualquer mecanismo de visualização 3D imaginável.

“A Lumion é altamente respeitada nas indústrias de AEC e paisagismo e tem sido incrivelmente popular com nossos usuários como uma ferramenta autônoma”, disse Dave Donley, diretor de tecnologia de produtos da Vectorworks. “Oferecer a conexão de renderização com sincronia ao vivo em nosso software mostra nosso compromisso de equipar os projetistas com as melhores ferramentas, para que possam concluir seu trabalho de maneira fácil e rápida enquanto ainda oferecem apresentações de alta qualidade aos seus clientes”.

O Lumion e o plug-in do LiveSync estão disponíveis no PC, e o plug-in já está disponível  para usuários do idioma inglês no site da Lumion. Opções de idiomas adicionais serão oferecidas em breve. Saiba mais sobre como o LiveSync trabalha neste vídeo.

“Estamos entusiasmados com o fato dos usuários do Vectorworks agora poderem se conectar com o Lumion para criar instantaneamente uma nova  experiência sensorial em seus modelos 3D”, disse Ferry Marcellis, CEO da Lumion. “Estamos confiantes de que ver o modelo 3D em uma bela configuração enquanto trabalha simultaneamente no projeto pode abrir a porta para uma experiência de design e visualização mais produtiva e mais agradável para muitos usuários do Vectorworks.”

Com o SP3, um novo recurso de apresentação do Vectorworks Cloud permite que os designers com uma associação ativa do Vectorworks Service Select usem o Vectorworks Cloud Services para gerar apresentações de projetos com uma interface intuitiva de arrastar e soltar. As apresentações incluem panoramas interativos de 360º renderizados que podem ser interligados para criar uma experiência holística e imersiva. Esse recurso exclusivo de apresentação ajuda a comunicar e conectar as ideias de design do usuário às expectativas de seus clientes. Fornecendo uma melhor comunicação entre designers e clientes, o recurso permite a criação de uma experiência de alta qualidade do design de um projeto e um link da Web que pode ser compartilhado. Este vídeo apresenta o recurso de apresentação do Vectorworks Cloud.

Por fim, há um ano a Vectorworks – juntamente com a iluminação MA Lighting e Robe – anunciou a criação de um novo formato de arquivo aberto chamado General Device Type Format (GDTF), que continuou seu desenvolvimento para suportar as necessidades do design de entretenimento e fluxo de trabalho de produção. Em linha com esse esforço, as empresas fundadoras da GDTF também criaram um formato de arquivo chamado My Virtual Rig (MVR). O formato de arquivo MVR cria uma conexão bidirecional entre os sistemas de planejamento, previsão e console que implementam o suporte necessário para um fluxo de trabalho contínuo. O formato MVR contém o modelo 3D, texturização, informações de posição e informações GDTF do design no Vectorworks Spotlight. Com o SP3, o Vectorworks implementou a importação e exportação do MVR no Vectorworks Spotlight 2019 e a importação do MVR para o Vision 2019, o software previz do Vectorworks. Agora, os designers de entretenimento podem criar um fluxo de trabalho mais eficiente e conectado entre o planejamento de projeto e o previz, mesclando as alterações iterativas do modelo entre Spotlight e Vision sem importar novamente e redefinir as dicas de desempenho de cada vez. Assista a este vídeo para ver as atualizações da GDTF em ação.

“Nossa versão do Vectorworks 2019 Service Pack 3 é o exemplo perfeito de nosso foco em conectar recursos de qualidade e melhorias com o objetivo final de fluxos de trabalho superiores”, disse Steve Johnson, vice-presidente de desenvolvimento de produtos. “Com nossos métodos inovadores e os mais recentes desenvolvimentos, demonstramos nosso poder de conectar design com recursos inovadores em nuvem e móveis, bem como nossa dedicação em oferecer aplicativos robustos de renderização ao vivo”.

Além desses ótimos novos recursos, o SP3 também contém várias melhorias de desempenho adicionais, incluindo várias correções para compatibilidade com o macOS Mojave e aprimoramentos significativos de velocidade de redesenho com o Space Objects.

Por enquanto este Service Pack está disponível como um atualizador para download apenas das versões do Vectorworks 2019 americanas.

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Uma nova maneira de ver o “I” do BIM

Este post é uma tradução do original postado por Alex Altieri em http://bit.ly/2CtJjad

Nos últimos anos, o design digital tem visto uma transformação com a implementação do BIM, ou Building Information Modeling, a plataforma em que os dados são anexados ao seu modelo digital. A ideia aqui é todas as equipes de projeto possam se comunicar, tendo um ponto de referência, um modelo que pode ser usado em todas as fases do projeto – do desenho à construção.

Mas, de acordo com Martyn Horne, diretor de estratégia digital da Vectorworks no Reino Unido, muitos de nós seguem uma definição limitada do BIM, não entendendo completamente o que o termo implica, vendo-o “simplesmente como um pedaço de software” como um meio para um fim. Horne nos diria que é muito, muito mais que isso. É uma releitura completa da palavra  “informação”.

É por isso que o Nemetschek Group sediou o BIM Live Show 2019 como uma oportunidade de networking para os usuários de BIM que proclamam o futuro do design. Esta linha de um artigo postado no site do BIM Show Live resume muito bem o evento: “Enquanto pega o seu ‘Grande Americano’ (Em referência ao café servido no evento), você estará instantaneamente na melhor empresa BIM que o Reino Unido tem a oferecer – o melhor e o bom, o selvagem e o excêntrico, os pragmatistas e os sonhadores estão reunidos em Newcastle por dois dias de BIM-mania”.

A configuração do Vectorworks no BIM Live Show 2019. Foto cedida por Tobias Rieger.

No show, Horne participou de um painel onde respondeu a perguntas sobre o futuro do BIM. Seus insights ajudaram a ilustrar o poder e a sofisticação que o BIM oferece aos projetistas. Registramos as perguntas e seus pensamentos a seguir.

O que o “I” significa em BIM?

Existem duas definições:

“I” em termos de dados do produto. O texto alfanumérico retido em registros digitais ou campos atribuídos a objetos BIM (seja em software de criação, verificadores de modelos e / ou bancos de dados).

“I” de uma forma mais ampla das informações extraídas do próprio processo do projeto. Esses dados são normalmente usados para a informar decisões e devem começar a serem construídos nos primeiros estágios do processo, quando informações são inseridas na fase do programa, como os dados de circulação e do planejamento de espaços. Também podem ser dados geográficos, como as informações dos sistemas de georreferenciamento (GIS) ou ainda podem ser dados visuais, que permitem apresentar a crescente quantidade de informações de uma maneira melhor através das nossas ferramentas de projeto. 

Para onde está indo o setor?

Estamos caminhando para a transformação digital, cidades inteligentes e a Internet das Coisas – e o BIM fará parte disso. Mas o futuro será mais do que o BIM, a realidade é que os processos definidos pelos padrões mais recentes cobrem apenas um campo restrito de construção e, até certo ponto, o gerenciamento de facilidades.

A transformação digital refere-se a um projeto muito maior tanto no design quanto na sociedade em geral. Aponta para uma profunda transformação de nossos processos e das ferramentas que usamos e é, em parte, dirigido pela aceleração da quantidade gerada de dados que dispomos diariamente ao toque de um dedo.

As cidades inteligentes e a Internet das Coisas são exemplos dessa mudança digital, em que usamos tecnologia para atrelar eficiência em áreas como consumo de energia, qualidade de vida e o desenvolvimento econômico. Os dados são um “fio de ouro” que flui através de um ciclo de feedback de projeto-desenvolvimento-construção-análise-projeto. Vectorworks é uma empresa que se alimenta de projeto e como tal, tem um posicionamento único focado em oferecer mais do que apenas BIM neste setor em constante mudança.

Embora um participante do projeto possa ter algum nível de experiência em BIM, sua mentalidade poderia ser considerada fechada ou restrita ao verdadeiro potencial de colaboração das ferramentas disponíveis para eles. 

Como o BIM afetará produtos e negócios daqui para frente? 

A realidade é que o BIM é mais que tecnologia porque inclui processos e pessoas.

O Reino Unido tem liderado este reconhecimento, com o desenvolvimento dos padrões de BIM BS1192, o mandato BIM Nível 2 e também agora com a conversão das normas nacionais para a ISO EN 19650 internacional. Nossa equipe de prática digital na Vectorworks trabalha com nossos clientes para poder direciona-los nessa transição e isso envolve a mesma combinação de tecnologia, pessoas e processos. Nosso objetivo é mostrar como a transformação digital nos leva além da definição restrita de BIM em direção a um design mais orientado por informações.

Os consultores estão melhorando em modelos da IFC?

Eu acho que há uma tendência e uma certa falta de planejamento em termos de troca de informações. Ainda há muitos exemplos de abordagens antigas baseadas em silos onde a informação é simplesmente atirada por cima da cerca.

Silo se refere a uma abordagem antiga onde as equipes de projeto de diferentes disciplinas não compartilham informações entre eles, por não possuirem os meios tecnológicos ou processos que facilitem essa colaboração. Qualquer compartilhamento de informações que tenha ocorrido no passado, foi muito raramente estruturado para beneficiar o projeto como um todo, ao contrário, foi simplesmente deixado de lado, quando uma abordagem mais organizada teria criado um fluxo muito mais eficiente de informações.

O esquema do IFC, em conjunto com os padrões comuns de dados, fornece um mecanismo para uma melhor abordagem e sim, os consultores estão melhorando no fornecimento desses modelos. Eu vejo como uma indústria, ainda lutamos com a padronização dos dados fornecidos pelos fabricantes, um fato reconhecido no relatório do estado da nação intitulado “Um novo caminho para os dados de produtos da Aliança BIM do Reino Unido”. Ainda há uma boa caminhada nessa direção, mas iniciativas para criar uma abordagem unificada como a UK’s Product Data Template estão em andamento. Um resultado bem-sucedido ajudaria a fechar o loop de feedback de dados mencionado anteriormente. Como fornecedores de tecnologia, o Vectorworks suporta totalmente os padrões de dados comuns, pois eles nos permitem fornecer soluções prontas para uso para nossos usuários. A certificação IFC, COBie e NPS são apenas alguns dos exemplos dos esquemas e padrões certificados que oferecemos.

Qual a importância dos padrões e conformidade nos projetos do dia a dia?

Nós trabalhamos duro em padrões e conformidade. Do nosso ponto de vista, os padrões são ótimos porque significam que podemos colocar itens em nosso software diretamente (nomeação de arquivos, nomeação de folhas, classificação, sem mencionar cronogramas e relatórios).

Fomos capazes de marcar dados para objetos por 20 anos curiosos. A verdadeira revolução com o BIM não é a marcação de dados a objetos, mas a padronização das estruturas de dados e dos sistemas de entrega. Anteriormente, precisávamos personalizar os registros e as programações porque cada cliente queria um pouco diferente, mas com dados comuns, com uma estrutura comumente aceita, está tudo certo.

Por exemplo, como há um padrão para trabalhar, conseguimos adicionar previamente, tabelas de COBie ao nosso software de criação nativo e incluí-las na saída do IFC.

O “I” se tornará um problema, já que os modelos ficam pesados com os dados? A informação é mais importante que pessoas e processos?

O grande “I” pode se tornar um problema em certos modelos com muitos dados, mas temos ferramentas em nosso software que otimizam esses dados. Existem outros projetos em andamento para tratar disso, que são mencionados no relatório recente da UK BIM Alliance sobre dados de produtos.

Em relação a pessoas e processos, acho que remonta ao que eu disse anteriormente sobre a definição restrita de BIM. Há uma tendência, ainda, de ver o BIM simplesmente como um software. Não está lá para remover pessoas; é justamente o oposto.

Como você está vendo a demanda por informações do cliente impactando seus clientes e como eles estão lidando com a necessidade de mais informações de melhor qualidade?

Acho que ainda há muita confusão sobre o nível de informações que as pessoas realmente precisam. Mais uma vez, essa informação pode ser dividida em duas partes.

Primeiro, as informações relacionadas a produtos específicos do fabricante. Eu acho que há muito trabalho a ser feito nessa área.

Em segundo lugar, as informações que podem vir diretamente do BIM: volumes, áreas, quantidades, etc., e ouso dizer, desenhos precisos, onde o plano, a seção e a elevação contêm as mesmas informações, porque são ao vivo de o modelo.

Os proprietários de projetos estão começando a entender quais informações eles precisam para gerenciar seus prédios e paisagens daqui para frente?

Os clientes mais esclarecidos, sim, embora ainda seja nos primeiros dias. O erro mais comum da perspectiva do cliente é ditar o formato no qual o modelo BIM é criado, em vez de se concentrar nos dados reais de que precisam. A realidade é que a maioria dos clientes e equipes de gerenciamento de instalações exigem informações em diferentes formatos.

Assim, meu conselho para os clientes seria: deixe seus arquitetos escolherem o software que desejam usar para projetar seus melhores prédios e permitir que as equipes de suas instalações escolham o software que desejam para gerenciar esses prédios – e compartilhe as informações usando formatos de arquivo comuns e padrões de dados, como o IFC. Eu realmente sinto que quanto mais projetos virmos fazendo isso, mais simplificados serão os processos e melhores serão os edifícios e paisagens em termos de design, construção e operação.

Qual o impacto que a explosão de requisitos de informações teve em suas soluções de software e quais alterações, se houver, vocês tiveram que fazer para incorporar essas necessidades de mercado?

Simplificando, nós o tornamos mais sofisticado – é mais inteligente, mas ao mesmo tempo mais simples de gerenciar. Quer venha do IFC, de planilhas externas ou de registros nativos internos, a transparência nos dados aumentou, mas também nossa capacidade de manipulá-los. E voltando ao meu ponto anterior, isso se aplica não apenas ao texto alfanumérico, mas também à nossa geometria, em termos de como podemos usar informações para controlar ou criar geometria, e em termos de como podemos extrair dados dessa geometria para dados visualização.

Vectorworks é forte colaborador na evolução da Impressão 3D em arquitetura.

Method Profissional

A Makerbot entra na impressão 3D industrial com uma máquina mais rápida e mais precisa a um preço mais acessível

Somos criaturas visuais e táteis, querendo tocar as coisas para afirmar o que nossos olhos estão testemunhando. Também gostamos de ver as coisas como entidades físicas, a despeito do brilho inegável das viagens virtuais e da realidade aumentada, das proezas arquitetônicas. Daí a prática contínua de construir modelos em escala para promover um conceito arquitetônico.

As habilidades dos construtores de modelos estão sendo testadas, no entanto, pela complexidade dos projetos mais recentes, incorporando superfícies de forma livre e “facia tesselada” [que eu não soube traduzir] (graças às ferramentas mais recentes em softwares como Vectorworks e ARCHICAD da Graphisoft). Formas, superfícies e texturas seriam impossíveis de criar em materiais tradicionais – daí o uso crescente de impressoras 3D para produzir os componentes individuais de um modelo.

Felizmente, em sintonia com as demais tecnologias, o preço por nível de desempenho está diminuindo e o que era inviável economicamente há alguns anos, agora está ficando dentro do orçamento das práticas aspirantes. Em suma, as máquinas mais recentes imprimem componentes maiores, mais rápidos e mais baratos.

MAKERBOT METHOD

Esse é o caso da Makerbot Method, a mais recente linha de impressoras 3D, anteriormente voltadas para o segmento amador, educacional e mais informal do mercado, que agora se volta para o topo do mercado, com esse equipamento profissional.

Agora parte da Stratasys, líderes mundiais em impressão 3D, a Method utiliza as tecnologias inovadoras da empresa em uma nova máquina desenvolvida a partir do zero e que agora incorpora tecnologia avançada como uma câmara de construção aquecida, suportes de precisão solúveis em água e baias de material seladas.

A imersão total de calor ativo na câmara aquecida circulante durante toda a duração do processo de impressão permite que a Method controle a temperatura e a qualidade de cada camada – não apenas a primeira, permitindo efetivamente que as placas de construção aquecidas reduzam a deformação,

Isso é complementado pela liberdade geométrica irrestrita fornecida pelo sistema de suporte Solúvel em Água PVA MakerBot, que pode lidar com grandes saliências e cavidades e ainda garante a remoção rápida e sem esforço do suporte, tudo isso sem comprometer o design da peça ou a precisão dimensional.

As baias de material seladas formam uma vedação quase perfeita para manter o material livre de umidade prejudicial com 21 sensores embutidos, permitindo que o material seja armazenado em seu ambiente ideal – um recurso que anteriormente estava disponível apenas em impressoras 3D industriais.

DESEMPENHO DA METHOD

Ela também possui um sistema de extrusora de desempenho duplo que acelera os tempos de impressão dos componentes e fornece melhor precisão dimensional em todas as peças.

Os sensores inteligentes usados para manter a câmara aquecida também são usados para gerenciamento de materiais e proteção de impressão. A confiabilidade do desempenho é aprimorada com um torque maior, numa relação de engrenagem de acionamento duplo 19:1 e um núcleo térmico alongado com menos de 60 segundos de tempo de aquecimento, fornecendo uma fonte de aquecimento mais eficiente.

A Makerbot Method baseada em FDM imprime até duas vezes mais rápido que as impressoras 3D para desktop, mantendo a precisão e a confiabilidade dos componentes, agilizando todo o processo de design, trabalhando num fluxo de impressão uniforme nas camadas e na densidade de preenchimento, no entanto é claro, depende da geometria do objeto. A impressora 3D também tem uma precisão de aproximadamente 0,2 mm, ou aproximadamente 0,002 mm de curso, o que for maior, e o maior tamanho de peça que pode ser produzida é 19 cm x 19 cm x 19,6 cm com uma única extrusora instalada. e 15,2 x 19,0 x 19,6 cm quando duas extrusoras estiverem sendo usadas.

Com a Makerbot Method, você pode garantir os níveis de desempenho da impressora 3D industrial a um custo aproximado?o custo do primeiro ano de propriedade de uma impressora 3D industrial básica.

Na construção de estrutura metálica ultra-rígida, a Method é uma impressora robusta, composta por uma estrutura de metal estruturalmente otimizada que percorre toda a extensão do corpo para compensar a flexão, permitindo impressões mais consistentes, com maior precisão das peças e menos falhas.

FORÇANDO OS LIMITES

A MakerBot continua desenvolvendo e oferecendo materiais mais avançados em suas impressoras 3D e especificamente, na Method – concentrando-se em materiais de precisão para fornecer a mais alta confiabilidade e precisão de peças e materiais especiais para aqueles que desejam ampliar os limites do que é possível.

Entre os materiais de precisão, os mais duros permitem que os usuários imprimam componentes de alta resistência e durabilidade com até duas vezes a resistência ao impacto do ABS. Eles vêm em várias cores: cinza ardósia, ônix, branco e laranja de segurança. Os outros materiais de precisão incluem Precision PLA (Polylactic Acid), um termoplástico biodegradável derivado de recursos renováveis, e PVA, o material de suporte de dissolução de precisão.

O Specialty PETG, um dos polímeros mais utilizados no mercado, possui excelentes propriedades mecânicas, com alta resistência, durabilidade, resistência química e à umidade. Todos os materiais, ele diz, muito distantes dos modelos de papelão antiquados.

Os materiais são fornecidos em sacos de polímero selados a vácuo em “carretéis inteligentes” que retêm informações valiosas incluindo o tipo de material, cor e quantidade restante, que usando RFID, informa o Makerbot Print quando você está ficando sem material – ou avisa se você tem material suficiente na bobina para completar a tarefa atual.

COMPATIBILIDADE

A Method é controlada usando uma tela sensível ao toque de 5 polegadas e pode lidar com 25 tipos diferentes de arquivos CAD, incluindo Makerbot, STL, Solidworks, Inventor, STEP e todos os outros aplicativos CAD convencionais – aqueles que estamos mais interessados são: STL, Step e Catia.

– MAIS DE 220.000 HORAS DE TESTE DE CONFIABILIDADE

Este artigo é uma tradução de: http://www.btc.co.uk/Articles/index.php?mag=Construction&page=compDetails&link=9473&link2=&filt=yes&taglink=&complink=&prolink=&editlink=Technology%20Focus&datelink=&startDate=&endDate=&sort=date&order= DESC & fa = 178 & cat = Construção & i = 1

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A revista BUILD nomeia o Vectorworks como vencedor do prêmio “2018 Ones to Watch”

O prêmio reconhece empresas de inovação, design e serviço

Columbia, Maryland (16 de agosto de 2018) – A Vectorworks, Inc., fornecedora de soluções de software e design global, foi a vencedora do programa de prêmios “2018 Ones to Watch” da revista BUILD. Este programa mostra empresas em todo o mundo que estão inovando, são pioneiras e dignas de reconhecimento.

Os Prêmios da revista BUILD são dedicados a descobrir e premiar o que há de melhor em inovação técnica, design e serviços em todas as indústrias de construção e propriedade em todo o mundo. O Vectorworks Architect foi também apresentado na edição de janeiro de 2018 da BUILD como vencedor do prêmio “Visionaries in Technology” por sua modernização contínua e do setor de arquitetura e construção digital.

Para selecionar homenageados para o programa “Ones to Watch”, a equipe da revista BUILD avalia anúncios da empresa, artigos de notícias, white papers da indústria, depoimentos e muito mais para encontrar o melhor dos melhores.

“Durante o processo de nossa equipe de pesquisa, não ficamos surpresos ao ver o Vectorworks subir ao topo mais uma vez”, disse Daniel Hornsby, chefe de recursos da BUILD Magazine. “A equipe da BUILD ficou impressionada com a forma que Vectorworks continua revolucionando a área de design e tecnologia BIM, e acreditamos que o Vectorworks exemplifique o tipo de empresa de tecnologia que queremos reconhecer com este programa.”

“Eu gostaria de agradecer à revista BUILD por nos honrar com o prêmio 2018 ‘Ones to Watch’”, disse Dan Monaghan, vice-presidente de marketing da Vectorworks. “Inovação é algo que está no centro do DNA da nossa empresa. Estamos sempre procurando maneiras de melhorar a vida de nossos usuários por meio de software. Então, esse prêmio é realmente sobre nossos usuários, que pressionam pela inovação e nos dão a inspiração para produzir o melhor software BIM do mundo. ”

Como parte de seu reconhecimento, Vectorworks será apresentado na edição de outubro de 2018 da revista BUILD.

Sobre o BUILD

Publicada trimestralmente, a BUILD se esforça para oferecer a você o mais recente conteúdo e atualizações necessárias de todos os setores globais de construção e propriedade.

Mantendo o ritmo de uma vasta gama de setores em constante mudança, graças às contribuições regulares de alguns dos maiores especialistas e empresas de construção, design e imobiliário do mundo, o BUILD é o lar das melhores notícias, características e comentários das pessoas e instituições no mundo. conhecer.

Sobre a Vectorworks, Inc.

A Vectorworks, Inc. é uma fornecedora global de soluções de software e design BIM que atende a mais de 650.000 profissionais nos setores de arquitetura, paisagem e entretenimento. Desde 1985, estamos empenhados em ajudar os designers a inspirar, promover a inovação, comunicar de forma eficaz e dar vida às suas visões. Com nosso software multiplataforma, os projetistas podem criar modelos visuais ricos em dados sem sacrificar o processo de design, enquanto colaboram de forma eficiente durante todo o ciclo de vida do projeto. Com sede em Columbia, Maryland, com escritórios em Atlanta, Georgia, Newbury, Inglaterra e Londres, Inglaterra, a Vectorworks faz parte do Nemetschek Group. Saiba como capacitar os designers para criar experiências que transformam o mundo em vectorworks.net.

Autor: Kamica Price
Tradução: Adriano Santoro

A expansão global do BIM nos dias de hoje.

Este artigo procura informar a todos os profissionais envolvidos ou interessados em BIM, que ainda não tiveram ou não têm acesso aos relatórios internacionais sobre essa plataforma.
Também é importante dizer que apesar desse artigo tratar de uma visão global sobre a adoção do BIM no planeta, trata de uma amostra de 10 países: Alemanha, França, Estados Unidos, Canadá, Brasil, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Nova Zelândia e Inglaterra.

Essa tecnologia está acelerando fortemente, graças ao empenho de governos e incorporadores privados que desejam usufruir dos benefícios que ela oferece, entre eles: projetos mais rápidos, mais corretos e acertivos, com quantitativos e orçamentos muito mais precisos. E isso tem agradado tanto os incorporadores que, por exemplo, nos EUA houve um crescimento de mais de 40% nos projetos elaborados utilizando BIM (que saltou de 28% para 71% no período 2007 a 2012) e o percentual de incorporadores que aderiram à plataforma (74%) já supera o de arquitetos (70%).
Retorno de Investimentos.

Ainda não há uma métrica bem definida para medir o ROI (Return of Investment ou retorno de investimento), pelo menos não que vá além das métricas já utilizadas para medir ROI. Mesmo assim, conforme o Smart Report publicado em 2014 pela McGraw Hill Construction instituído  de “O Valor do Negócio do BIM”, três quartos dos contratantes entrevistados destacaram um ROI positivo para seus investimentos em BIM e em sua maioria, estimam um valor entre 10% e 25%.

Dos dez países pesquisados, os que reportaram o maior retorno foram: Japão, Alemanha e França, com 97% das empresas declarando os maiores índices de ROI. No Brasil, vemos 85% dessas empresas declarando ROIs positivos e os países entre os pesquisados que apresentaram o menor número de empresas declarando ROI positivo são: EUA com 74%, Grã Bretanha com 59% e Coreia do Sul com 59%.

Mas o BIM traz uma grande qualidade reconhecida por 60% de todos os entrevistados: a natureza colaborativa da plataforma. Esse fator é expresso na crença que este salto na qualidade da visualização e compreensão dos projetos elaborados na plataforma BIM são, provavelmente, o que gera maior impacto positivo em seus ROIs.

Dentre os diversos benefícios presentes no BIM, o que se mostrou um serviço novo e bastante rentável para os donos dos edifícios é a possibilidade de se ver além, criando e administrando os recursos dos edifícios a partir de seus modelos inteligentes.

E não é apenas isso! Os benefícios mais citados são: Diminuição drástica de erros e omissões nos projetos, a colaboração entre entre os incorporadores e os times de projeto, a melhora significativa da imagem das organizações que aderiram à plataforma, a redução do retrabalho e a redução do custo da construção.
Enganam-se aqueles que acreditam que experimentar o BIM ou acrescentar seus recursos aos poucos experimentará seus benefícios. Será muito difícil, simplesmente porque ao contratar um projeto elaborado em BIM, por exemplo um arquitetônico, de forma isolada, custará certamente mais do que aqueles projetos de prefeitura bastante incompletos que se utilizam para as construções em diversos locais do Brasil. O custo extra não será acompanhado dos benefícios da colaboração entre os envolvidos, da coordenação livre de falhas, dos quantitativos completos dos projetos, etc. Enfim, se a incorporadora ou a construtora quiser implantar a plataforma BIM em seus negócios, serão necessários planejamento, envolvimento e engajamento. Aí sim, aproveitam-se os benefícios que o BIM oferece. Benefícios que são proporcionalmente aumentados, conforme a maturidade alcançada por cada membro do seu time e de cada fornecedor de seu ecossistema.

Não é sem motivo que ⅔ dos incorporadores e construtores dessa amostragem de quase 180 construtores ou incorporadores vêm investindo agressivamente em seus processos de colaboração interna, treinamento em BIM e softwares BIM.